22/03/2023 às 15h59min - Atualizada em 26/03/2023 às 00h00min

Novo edital para concurso do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo tem 60 vagas

Anúncio acontece menos de dois meses após a publicação do último edital para o órgão. Inscrições começam no dia 27 de março 

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Um novo edital para o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo foi publicado. O TJ SP está ofertando 60 vagas para o cargo de Escrevente Técnico Judiciário, cargo de nível médio com remuneração inicial que chega a R$ 5.480,54. As inscrições para o concurso devem ser feitas entre os dias 27 de março e 05 de maio de 2023, exclusivamente no site da banca organizadora, a Vunesp (www.vunesp.com.br). O pagamento da taxa de inscrição será feito até o dia  08 de maio de 2023 no valor de R$ 81,00. As provas serão aplicadas no dia 2 de julho de 2023.

Segundo o Coordenador de Tribunais do Gran, o professor Vandré Amorim, 2023 é o “ano dos tribunais”. Prova disso é que o último edital publicado para o próprio TJ SP tem menos de dois meses, o que mostra a necessidade de nomeação do órgão. Ainda segundo o especialista, o conteúdo do edital publicado hoje é o mesmo do concurso que saiu em fevereiro, o que é muito bom para os candidatos que já estavam se preparando para o certame divulgado anteriormente.

Para Vandré, as disciplinas que devem trazer mais dificuldade para o candidato são Direito Processual Penal e Processual Civil, pois além dos conteúdos programáticos serem mais extensos, são matérias muito técnicas, e que merecem maior atenção do candidato. Já as disciplinas Direito Penal, Constitucional e Administrativo têm um conteúdo mais curto.

A prova ainda vai contar com 24 questões de Língua Portuguesa, 6 de Atualidades, 6 de Matemática, 10 de Raciocínio Lógico e 14 de Informática. Para o expert, Matematica e Raciocinio Lógico podem ser complicadas para o candidato pelo próprio perfil de cobrança da Vunesp. Ainda sobre o perfil da banca, o especialista afirma que a Vunesp cobra questões extremamente diretas.

“A parte de legislação, por exemplo, é muito comum ter que ter o conhecimento da letra seca da lei, conhecer as leis com o famoso “decobreba”, ler muito e muitas vezes a mesma lei. Não há necessidade de aprofundar em alguns assuntos por meio de livros, doutrinas, a própria jurisprudência dos tribunais raramente é cobrada”.
 



 
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